quinta-feira, 28 de abril de 2011

A importância geopolítica do Atlântico Sul

O Atlântico Sul, antes visto de forma secundária no cenário internacional, tem ganhado cada vez mais projeção na geopolítica mundial através da formação de tratados e da integração política entre África e América do Sul.¹ Um exemplo dessa maior integração é a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (ZOPACAS) criada em 1986 com o intuito de aumentar a cooperação regional e afirmar a identidade dessa região. A ZOPACAS conta com 24 integrantes dentre os quais destacamos Brasil, Argentina, Angola e África do Sul.² Entretanto, por mais que esta não possua instrumentos jurídicos institucionais, fazendo com que haja uma maior dificuldade frente ao tamanho dos desafios estratégicos dessa região, ainda assim é capaz de coordenar as políticas de defesa comum. ³ Essa região ganhou maior visibilidade quando se tornou uma rota de escoamento da produção do petróleo vindo do Oriente Médio. Porém, também
há nesta uma fonte de riqueza local, que são os hidrocarbonetos utilizados em larga escala nas plataformas petrolíferas. Além disso, as águas do Atlântico Sul são aproveitadas na geração de eletricidade através dos efeitos das marés, das ondas e da diferença de temperatura das águas superficiais e profundas. ⁴
O interesse pela defesa dos recursos energéticos regionais gera um movimento de cooperação entre os países do Atlântico Sul, e sua tática nem sempre é compatível com a ação da diplomacia desses países. Em nossa pesquisa, procuraremos identificar as diferenças entre o modo de agir estratégico e o
diplomático em relação aos recursos energéticos do Atlântico Sul, analisando os casos do Brasil, Argentina, África do Sul e Angola; e como esses esforços contribuem para a integração regional no Atlântico Sul.


Referência

(4) CEPEN – Centro de Estudos de Políticas e Estratégias Nacionais. A Importância
do Atlântico Sul. Disponível em: http://geopolitica-energia.blogspot.com/2009/12/
importancia-do-atlantico-sul.html - Acesso em: 12/04/2011

(1) Luís Chaves. Integração da América do Sul e cooperação com Africa na desfesa
do Atlântico. Disponível em: http://geopolitica-energia.blogspot.com/2009/12/
integracao-da-america-do-sul-e.html - Acesso em: 12/04/2011

(2) Ministério das Relações Exteriores. Zona de paz e cooperação do Atlântico Sul. Disponível em: http://en.mre.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=46&Itemid=322 – Acesso em: 12/04/2011

(3) Eli Alves Penha. Os sistemas de segurança regional no Atlântico Sul: da guerra
fria ao período atual. Disponível em: http://reservaer.com.br/estrategicos/
sistemas-seg-regional.html - Acesso em: 13/04/2011


TEMA: ATLÂNTICO SUL – IMPACTOS PARA A INTEGRAÇÃO REGIONAL

Subtema: Analisar a integração e cooperação entre Brasil, Argentina, Angola e África do Sul do ponto de vista estratégico e diplomático.

Integrantes: Giovanna Ayres Arantes de Paiva / Isabela de Oliveira Kaluf / Luciana Winther Pagani / Mayara Sousa Teoro.

Influências de Moçambique no Brasil

O nosso grupo tem como tema central a migração entre países lusófonos durante os períodos de guerra civil. Assim como os imigrantes europeus e asiáticos influenciaram de várias formas na cultura brasileira, o vídeo abaixo mostra o quanto a cultura moçambicana também se misturou à nossa. Este vídeo é de um pequeno documentário produzido pelo canal Futura onde é retratada uma dança chamada Moçambique provinda do país de mesmo nome. Esta dança foi trazida pelos moçambicanos para o nosso país e adaptada de uma forma mais “abrasileirada” por nós.



DANÇAS Brasileiras – Moçambique. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?
v=dvLTLZ_Qf_M>. Acesso em: 13 abr 2011.

Subtema do grupo: “Cruzando o Atlântico: as migrações entre comunidades lusófonas
nos períodos de guerra civil.”

Membros: Caio Costa de Sousa / Jéssica Laine Santos de Paula Jacovetto / Laís Siqueira
Ribeiro Cavalcante / Laura Soares Xavier

Trabalhadores do Mar

Estamos aqui pra falar sobre os Trabalhadores do Mar, em especifico sobre a pesca internacional e tudo que está envolvido a este tema: cotidiano, legislação, comércio, condições de trabalho, entre outros tópicos. Nosso objetivo é conectar o aluno de Relações Internacionais a este tema que se faz tão importante atualmente no cenário internacional. Tal importância será apresentada por este grupo no decorrer deste semestre. Esperamos que você caia nesta REDE !!!
Logo abaixo postamos um vídeo da banda Monobloco interpretando uma composição do baiano Dorival Caymme intitulada “Suíte dos Pescadores”. Esta canção serve como um breve esboço do que falaremos sobre a vida e a importância dos pescadores.




Subtema do grupo: " Trabalhadores e o mar - Pesca Internacional"
Integrantes: Gabriel Fabri Bella/Germano Martiniano/Felipe Torres

Referência

SUITE dos Pescadores. Disponível em <http://www.youtube.com/watch?v=DGY9qmHbGSk&feature=fvst>. Acesso abr. 2011.

A assistência Humanitária e os Tsunamis

Há 26 dias ocorreu o maior terremoto na história do Japão, seguido de tsunami que atingiu a costa oeste do país. Segundo a reportagem “Solidariedade dispara no Japão após tragédia climática” houve uma estimativa de mais de 12 mil mortos e 15 mil desaparecidos, além de 170 mil desabrigados, de acordo com artigo publicado pelo Escritório das Nações Unidas para coordenação de assuntos humanitários (Ocha).           Diante de tamanho impacto (refletido inclusive sobre o ambiente internacional), o grupo entendeu que por não ser um fenômeno isolado – já que tragédia semelhante também ocorreu em outros locais, como no sudeste Asiático (2004), Indonésia (2006 e 2010), Ilhas Salomão (2007), Samoa (2009) e Chile (2010) – há necessidade de saber se a ajuda humanitária tem progredido. De acordo com a reportagem anteriormente mencionada e com outras fontes de informação percebe-se um envolvimento maior tanto dos Estados, Organizações Não Governamentais (ONGs), organizações humanitárias, iniciativas empresariais, quanto de manifestações culturais e esportivas visando arrecadação para o suporte das vítimas.
A partir dessas informações, o grupo procura analisar a trajetória da evolução humanitária desde o tsunami na Indonésia em 2006 até os dias atuais.
Famílias tentam se restabelecer no Japão após terremoto e tsunami.
(Imagem retirada do link: http://lixado.com/wp-content/uploads/2011/03/terremoto-tsunami-japao-14.jpg)
Destruição do tsunami na Indonésia em 2006.
Tema do grupo:“A evolução da assistência humanitária nos desastres ambientais que envolvem o Oceano Pacífico” 
Integrantes: Daniele Bulmini Pires de Godoy/Karina Moysés /Vinicius Wingler Borba Santiago/Vitor Rocha de Araújo


Comentário baseado na notícia: AGÊNCIA EFE. Solidariedade dispara no Japão após tragédia climática. Portal Terra, 04 abril 2011.  Disponível em: <http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/terremotonojapao/noticias/0,,OI5045493-EI17716,00-Solidariedade+dispara+no+Japao+apos+tragedia+climatica.html> Acessado em: 05 abr. 2011.

Nota: Devido ao impedimento legal descrito no final da reportagem pela Agência EFE, o artigo mencionado não foi reproduzido em nosso comentário. Qualquer interesse, favor consultar o original.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A lenda de Atlântida

A polêmica acerca da cidade perdida de Atlântida é um tema recorrente e que desperta
curiosidade. Na reportagem de Paula Rothman apresentada, apontam-se diferentes
perspectivas a respeito da descoberta (ou não) da cidade, além de sugerir que aquela pode
ter sido destruída por um tsunami. Fato que nosso grupo pôde relacionar com a temática
que estamos trabalhando em TARI: “Tsunamis e suas consequências para o sistema
internacional”. A fim de complementar tal assunto, estamos enviando também o link de um
documentário da History Channel chamado “Atlântida” que pretende desvendar os mitos e
lendas a este respeito.




Subtema do grupo: “Tsunamis e suas conseqüências para o sistema internacional”
Membros: Camila Carica / Lívia Milani / Mayara Mori / Thassia Bollis


Referências

ROTHMAN, Paula. Arqueólogo diz ter achado Atlântida. Disponível em: <http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/arqueologo-diz-ter-achado-atlantida-15032011-18.shl>. Acesso em: 11  abr. 2011.

ATLÂNTIDA – history channel. Parte 2. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=xiDD6XSPgPo>. Acesso em: 11 abr. 2011.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A influência da mídia brasileira em Angola

    O tema escolhido pelo nosso grupo tem por finalidade analisar como se dá a influência brasileira através da mídia no outro lado do Oceano Atlântico, com foco nos países africanos lusófonos (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Cabo Verde), mostrando como o Brasil se faz presente no cotidiano destes países, apesar de separados (e, por que não, conectados) por uma imensidão de água. Há uma identificação cultural, musical e linguística entre estes países e o Brasil, fruto de séculos de integração pelo Atlântico Sul. Outro foco que também será abordado será a representação do imigrante brasileiro na mídia portuguesa. 
 
    Segue o vídeo do Youtube "Central da Periferia: Luanda - Angola, com Regina Casé" no qual é mostrada a influência brasileira do outro lado do Atlântico, especialmente em Angola. Essa influência é percebida desde o comércio, vestuário, mídia até expressões populares. A apresentadora explora esses aspectos e mostra o quão influente o Brasil é, em especial nos PALOPs (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa).



CENTRAL da Periferia: Luanda e Angola. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=KdXHZyC1zLI&feature=related>. Acesso em: 30 mar. 2011.

Tema: O mar e os fluxos: migrações e questões culturais com enfoque nas comunidades de língua portuguesa.

Subtema: Relações midiáticas na lusofonia: representações e sua relação com os fluxos migratórios atlânticos atuais.
 
Integrantes: Cássio Lunas Akahoshi / Lucas Monteiro Caldeira / Murilo Martins Salomé / Paulo Henrique dos Santos Oliveira

A ciência e tecnologia em favor das mudanças climáticas.


    Hoje, vivemos em uma época de mudanças cada vez mais rápidas. Assistimos as mudanças frequentes de ideologias nos partidos políticos brasileiros, a facilidade com que os bens de consumo ficam obsoletos e ultrapassados, principalmente em função da avançada tecnologia. Pois nesse ponto uma pergunta merece ser feita: até que ponto esse avanço científico pode ser uma solução, para os problemas que estão atingindo a humanidade como um todo, como, as mudanças climáticas?
    Essas alterações no planeta podem ser observadas em conseqüência do aumento da temperatura média da Terra, que está causando o derretimento das calotas polares, além da elevação do nível do oceano, e a alteração da vida marinha.   
    Estudos divulgados recentemente apontam que a Geoengenharia pode ser uma solução para esses problemas, que é “a manipulação deliberada de aspectos físicos, químicos ou biológicos do ecossistema global na tentativa de confrontar as mudanças climáticas”, ou seja, possibilitar que a temperatura do planeta e a quantidade de carbono na atmosfera diminuam, com técnicas artificiais. Alguns métodos empregados hoje não nos parecem uma realidade próxima que possa ser aplicada em larga escala, como fertilizar os oceanos para aumentar a absorção de gás carbônico através de algas, criar árvores sintéticas que capturem mais gases que o normal, ou provocar erupções vulcânicas.
    Portanto agora nos restam alguns questionamentos. O que seria mais eficaz e viável para reduzir os impactos das mudanças climáticas globais?A Geoengenharia sozinha, ela mais ações que visem à redução do efeito estufa, ou a tecnologia, que em muitos casos já nos ajudou, deveria ficar de fora nesse assunto? Será que essa Engenharia não geraria um problema maior ao quebrar o ciclo natural do meio ambiente, com a criação, por exemplo, de seres vivos artificiais como árvores?É importante ressaltar que as respostas para essas perguntas não devem ser respondidas imediatamente, visto que o debate sobre esse assunto está longe de terminar

Referência Bibliográfica:

FADEL, Bianca. Otimismo x Ação?.Disponível em: <http://www.paginainternacional.com.br/search/label/Meio%20Ambiente>. Acesso em: 30 mar. 2011.

Por: Lucas Monteiro Caldeira